Sling é vida!

terça-feira, setembro 08, 2015 Anna Peppe 0 Comments


"Sling para mim foi uma extensão da gestação, manter o contato, o colo, o chamego"


Sling é vida, a decisão

Quando a Alice completou dois meses eu a levei para tomar vacina, foi um momento difícil, primeiro o momento "VACINA" em si, depois o pós vacina, se podemos chamar assim. Alice ficou enjoada e só queria colo, foi um dia em que nada resolvia, foram muitas horas e colo e peito, não consegui nem comer direito e só fui conseguir tomar banho quando meu esposo chegou do trabalho. Durante a madrugada, o sufoco, eu caindo de sono, ela chorava e só queria colo, passei a noite em claro sentada, com ela no colo.
Ali no meio daquele "sufoco", fiquei pensando se cada vez que ela tomasse vacina ficasse daquele jeito como seria, pensei se havia alguma solução para o colo.
Durante a gestação li sobre "slingar", o uso dos "cangurus" e slings, e passado os dois dias de reação da vacina, vasculhei a internet atrás de vídeos e modelos, como usar, tipos de tecidos, wrap, argola, tai. Enfim, escolhi o modelo "de argola" e comprei.

amor, apego, chamego

Sling, qual o modelo escolher?

Aqui optei pelo modelo sling de argola, pela facilidade de usar e pelo preço mais acessível. Em 2013, o uso de sling não era tão popular, não era muito fácil de encontrar a venda e logo os preços não eram os mais atraentes, principalmente se comparados aos "cangurus"
Apesar de não ser um item muito barato, para mim, foi de longe, o melhor item de enxoval que eu poderia ter comprado. Cheguei a esta conclusão por vários motivos, além da comodidade de estar com minha pequena no colo e ainda assim ter as mãos livres.
Na hora de comprar um sling, algumas informações devem ser levadas em conta além do preço, é claro. 
- Se você mora em regiões quentes por exemplo o melhor são os de tecidos mais leves, mas há opções de tecidos grossos e pesados e até os forrados para quem vive em lugares frios.
- Há modelos variados, o que diferencia, basicamente é o modo de usar, os de argolas não são os mais confortáveis, porém são os mais fáceis de usar.


Sling, o primeiro contato?

Assim que o modelo chegou, esperei a Alice dormir, peguei uma boneca, liguei nos vídeos e comecei a treinar, me olhei no espelho e fiquei ensaiando. Lembro que uma coisa me chamou atenção durante os vídeos, foi que para usar é preciso me sentir segura e passar esta segurança para minha filha. 
E assim fiz, depois de colocar, tirar, colocar de novo, ver se estava firme, confortável e etc. Coloquei a  Alice cuidadosamente nele, logo ela se ajeitou e comecei a dançar, ela dormiu.
Registrei este momento delicioso.


Sling, a experiência?

No dia da vacina, foi o dia que vi que tinha feito uma ótima escolha. Saí de casa com a Alice no sling, peguei ônibus e andei um pouco, ela tranquila só observava. Tirei ela do sling apenas no momento de coloca-la na maca para a vacina. Passado o choro da agulhadas, coloquei no sling e a poucos metros andados ela já dormia tranquilamente. Ela passou o dia no sling, trabalhei, comi e até ao banheiro fui com ela no sling. Ele ficou calma durante todo o dia, conseguiu dormir e a noite foi para o berço tranquilamente. A partir dali, comecei a usar o sling o tempo todo, eventualmente aos finais de semana, quando saía de carro, levava o carrinho e deixava o sling em casa, mas me sentia incompleta.

sling no Cinematerna

Sling, onde e até quando usar?

Eu ando muito, normalmente a pé, com a Alice bebê, além dela, carregava uma mala gigante com roupas, fraldas e afins. Usar o sling, mantinha ela ali, presa ao meu corpo, segura, confortável e eu com minhas mãos livres. Usei muito o sling para ir ao mercado, para fazer a feira, trabalhar no computador, ou mesmo naquela pausa a tarde, colocava ela no sling, sentava no sofá para assistir o jornal depois do almoço.
O modelo que comprei, suporta até 30 quilos, consegui usar muito, só não usei mais, porque a Alice chegou na fase que queria somente correr e explorar e não ficar mais no colo.
Consegui fazer o registro da última vez que usei, a Alice estava com 2 anos e 8 meses, fui a um evento, precisei pegar metro e mais uma vez o sling foi meu aliado, fiquei com as mãos livres para comprar o bilhete e me segurar, principalmente nas escadas, ela aproveitou e dormiu muito.


Bom, esta foi um pouco da minha experiência com o sling, posso dizer que foi maravilhosa. Se eu tiver outro filho com certeza vou continuar usando o sling, talvez teste outros modelos, outras maneiras de carregar, mas usarei.

Espero que tenham  gostado da minha história, se você usou compartilhe sua experiência comentando aqui no blog, vou adorar saber de outras histórias.

Até mais, 

Anna 

*Post atualizado em 05/10/2016




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